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Crise econômica e a educação privada brasileira

Crise econômica e a educação privada brasileira

Crise econômica e a educação privada brasileira

Em 2016 foi possível ver as consequências da crise econômica no cenário educacional brasileiro. Com o aumento de corte de custos dentro de casa, a educação ficou entre as possibilidades de descarte.

De acordo com os dados do Censo Escolar da Educação Básica de 2016, escolas particulares tiveram queda de 46% em matrículas de tempo integral.

Pensando nisso, algumas escolas resolveram investir na sua estrutura de material didático, nos ambientes que os alunos ficam e nos benefícios que podem ser oferecidos aos educandos.

Aulas extras de natação, futebol, luta ou dança são saídas que trarão um diferencial na hora da renovação. Com os valores aplicados dentro da própria mensalidade é possível oferecer mais serviços para os alunos. O responsável entende que é mais saudável para o bolso manter a criança na instituição, porque ela disponibiliza atividades extras além das educacionais, e ainda economiza nesses serviços, enxugando ainda mais os gastos dentro de casa.

Algumas escolas encontram na contratação do seguro escolar mais um diferencial de benefícios que podem ser gerados para os pais. Os planos de saúde, só no último ano, perderam cerca de 2,5 milhões de segurados. Pais desempregados ou sem recursos financeiros não contam mais com essa assistência. O sistema público com o atendimento precário e sucateado gera total insegurança. Estar ciente que em casos de acidentes, é responsabilidade da escola oferecer toda a assistência, a instituição que tem esse respaldo deixa o responsável mais confiante e seguro.

Com matrículas escolares caindo e aumento da evasão escolar, a dificuldade da escola em tempos de crise é a inadimplência e atraso nas mensalidades. Pensando diminuir esse rombo, as instituições viram no seguro educacional uma solução para estabilizar as contas quando ocorrem incidentes como desemprego ou morte do responsável da criança. Esse seguro faz o pagamento da indenização diretamente para instituição.

A economia deve servir à educação não o contrário deve ser feito. A boa comunicação e a negociação são formas de manter o aluno na matrícula e oferecer conforto aos pais em tempos difíceis.

Saber utilizar os recursos disponíveis em caixa é muito importante. A recessão econômica sofrida por todos os setores geradores de lucro é o principal motivo apontado para o freio nas matrículas, então, beneficiar o contratante acaba sendo uma saída palpável para a instituição

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